Cada vez mais presentes no mercado nacional, as micro e pequenas empresas começam a sentir um cenário favorável para seus negócios. Segundo uma pesquisa do Sebrae, 78% dos empreendimentos abertos no período de 2003 a 2005 permaneceram no mercado, resultado muito maior do que os 50,6% registrados na pesquisa anterior, para empresas abertas entre 2000 e 2002.
O estudo "Taxa de Sobrevivência e Mortalidade das Micro e Pequenas Empresas" analisou os setores de Comércio, Indústria e Serviços e revelou que em 15 unidades da Federação, o índice de sobrevivência das empresas ficou acima da média nacional, como no Espírito Santo, que lidera o ranking com 85,8%; seguido de Minas Gerais, 85,7% e Sergipe.
Já o estados que tiveram média abaixo da nacional foram o Maranhão, com taxa de 77,6% e o Rio Grande do Sul, com 77,5%, seguido por Pernambuco, 77,3%.
A pesquisa revela que a pequena empresa tem evoluído na contratação com carteira de trabalho assinada. Em 2003 e 2004, esse número se manteve estável, com 64%. Já em 2005, o número de brasileiros com carteira assinada saltou para 85%.
Para representantes do Sebrae, a melhora na taxa de sobrevivência das empresas é atribuída a elevação do nível educacional dos empreendedores e o aumento na busca por mais informações para a abertura e gestão dos negócios.
Fonte: Reseller Web - 20/08/2007
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